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A ejaculação precoce é uma disfunção caracterizada pela ejaculação que sempre, ou quase sempre, ocorre antes ou no período de um minuto de penetração vaginal. A dificuldade em adiá-la em todas ou quase todas as penetrações também a caracteriza.

 

Assim, esta disfunção tem geralmente como conseqüência a frustração e baixa auto-estima, sendo responsável por 40% das queixas relatadas em terapias de casais.

 

Em quase todos os casos, este tipo de ejaculação é conseqüência da ansiedade, a qual estimula a liberação de adrenalina, hormônio que propicia o quadro. Assim, essa disfunção sexual é mais frequente em adolescentes, época em que, geralmente, a falta de experiência e receios quanto à performance geram este sentimento.

 

Resolvidas estas questões, este quadro tende a desaparecer com o tempo. Entretanto, estendida(o) até o período adulto, pode ser considerada(o) um problema crônico e, assim, a psicoterapia e, em alguns casos, o uso de antidepressivos podem resolver esta questão, sendo que a participação da companheira pode ajudar bastante em sua solução.

 

Auto-exigência elevada, auto-estima baixa, dificuldades de envolvimento com a parceira e o não se importar com ela (e a desvalorização da mesma) são também outros fatores, também de ordem psicológica.

 

Atualmente, sabe-se que níveis menores de serotonina podem ser a causa orgânica, em alguns casos, comprovando que nem sempre o problema é unicamente psicológico. Prostatite aguda e esclerose múltipla também podem interferir no desempenho masculino, neste sentido.

 

Tratamento da Ejaculação Precoce

Eis alguns tipos de tratamentos para esse problema:

 

Terapia sexual

 

Envolve alguns atos simples como; masturbar-se uma ou duas horas antes da relação sexual a fim de retardar a ereção durante o ato. Evite a penetração por um tempinho e a prática de outras fontes de prazer sexual serve também como uma saída para retardar a ejaculação.

 

Técnica do aperto

 

A técnica do aperto consiste na estimulação sexual do homem até que ele sinta que está quase ejaculando. Nesse instante, aperta-se suavemente a parte final do pênis por vários segundos. Pare a estimulação sexual por cerca de 30 segundos e comece novamente. Repita esse procedimento até que o homem queira ejacular. Na última vez, continue a estimulação até que o homem atinja finalmente o orgasmo.

 

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Quando o nosso sistema imunológico está em baixa, facilitam a proliferação do fungo causador da doença, pois os mesmos são muito resistentes.

 

Imagina só, ter candidíase uma vez já algo que incomoda bastante, agora imagina ter candidíase meses consecutivos, esse fato acaba com a paciência de qualquer pessoa, não é mesmo?

 

Infelizmente essa doença tem uma incidência muito grande em vários locais do Brasil.

 

Em algumas cidades como a capital paulista, no hospital de referência da doença, foram cerca de 60% dos atendimentos de pessoas que se queixaram do sintoma da doença, e quase 80% dos casos tinham a doença diagnosticada.

 

A temporada do verão que traz calor mais constante e consequentemente praia em alta, fazem com que a incidência da doença seja ainda maior.

 

Poucas pessoas sabem, mas o uso continuado de biquíni molhado é um dos fatores do contágio da candidíase.

 

Assim como, o uso de roupas apertadas e de roupas íntimas de tecido sintético também são prejudiciais.

 

Normalmente, a mulher em algum momento pode contrair a doença, visto que ela surge através de fungos na flora vaginal, pois eles permanecem presente podendo proliferar em determinadas situações.

 

Muitas mulheres recorrem ao uso de antibióticos para combater a doença, porém o que poucas sabem é que os fungos da candidíase são muito resistentes, normalmente eles sobrevivem aos ataques dos antibióticos e passas a multiplicar-se descontroladamente.

 

Como resultado começam a aparecer coceiras, corrimento esbranquiçado e pequenas feridas, como também as mulheres podem sentir dor nas relações sexuais e ao urinar.

 

A maioria das mulheres só procuram orientação médica quando há um incômodo muito grande por parte da doença.

 

O tratamento imediato é geralmente feito com uma medicação oral dose única e local, mas também podem ser feitos através do uso de pomadas no interior da vagina, aplicadas diariamente por aproximadamente 10 dias.

 

Com isso os sintomas tendem a desaparecer, mas o problema é que depois de pouco tempo as mulheres voltam a sentir os mesmos sintomas.

 

A principal causa está ligada diretamente a fatores imunológicos, e um dos principais fatores que precisa ser corrigido é a alimentação.

 

É preciso que a nossa alimentação seja regrada de todos os nutrientes indispensáveis ao nosso organismo, e é preciso dar um destaque especial alimentos ricos em vitamina C.

 

Outros hábitos precisam serem evitados como o uso do açúcar e a ingestão de bebidas alcóolicas.

 

No caso de a mulher ter uma reincidência maior de candidíase, a fim de evitar ardências na vagina ela tende a urinar menos e isso pode ocasionar um outro problema que é a infecção urinária o que faz com que se reduza mais ainda as defesas do organismo.

 

No entanto já existe um tratamento completamente natural, focado para que as mulheres acabem de uma vez por todas com esse vai e vem da candidíase.

 

Afinal de contas você precisa aprender a como acabar com a candidíase definitivamente.

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O que causa hemorróidas externas?

A causa mais comum de hemorróidas externas é a tensão repetida enquanto ocorreu um movimento intestinal. As hemorroidas se desenvolvem quando as veias do reto ou do ânus se tornam dilatadas ou ampliadas e podem ser "internas" ou "externas". As hemorróidas externas geralmente são encontradas abaixo da pele que rodeia o ânus.

 

Reconhecendo os sintomas de hemorróidas externas

Há uma série de sintomas que podem afetar uma pessoa com hemorroidas. Os sintomas tendem a variar dependendo da gravidade das suas hemorroidas. Alguns dos sintomas que você pode incluir incluem o seguinte:

  • comichão ao redor do ânus ou área retal
  • dor ao redor do ânus
  • pedaços perto ou ao redor do ânus
  • sangue nas fezes

Você pode notar hemorragia ao usar o banheiro. Isso inclui ver sangue no papel higiênico ou no banheiro. As gotas ao redor do ânus podem sentir como se estivessem inchadas.

Estes sintomas também podem ocorrer devido a outras condições. Mas se você tiver esses sintomas, você deve agendar um exame com seu médico.

 

Quais são as causas das hemorróidas externas?

A causa mais comum de hemorróidas é a tensão repetida enquanto ocorreu um movimento intestinal. Isso geralmente é causado por casos severos de constipação ou diarréia . A tensão entra no caminho do fluxo de sangue para dentro e para fora da área. Isso resulta na acumulação de sangue e aumento dos vasos nessa área.

As mulheres grávidas também podem estar com um risco aumentado de hemorroidas devido à pressão que o útero coloca sobre essas veias.

 

Quem está em risco de hemorróidas externas?

Se seus pais tiveram hemorróidas, talvez seja mais provável que as tenham. Hemorróidas também podem ser causadas por gravidez.

À medida que envelhecemos, as hemorróidas podem ocorrer devido ao aumento da pressão causada pelo assento muito. E qualquer coisa que faz com que você esmague durante os movimentos intestinais pode levar a hemorróidas externas.

Se você não tem certeza da causa das suas hemorróidas, seu médico poderá determinar o porquê.

 

Como diagnosticadas as hemorróidas externas?

Como muitos dos sintomas de hemorróidas externas também podem ser causados ​​por outras condições, é necessário ter uma análise aprofundada. Seu médico pode usar uma série de testes para confirmar a presença de hemorróidas externas perto do ânus. Esses testes podem incluir:

  • proctoscopia
  • exame reto digital
  • colonoscopia
  • sigmoidoscopia
  • anoscopia

Seu médico pode começar com um exame físico . Em casos de hemorróidas externas, eles podem ser capazes de ver as hemorróidas.

Se o seu médico suspeita de ter hemorróidas internas em vez de hemorróidas externas, elas podem usar uma anoscopia para examinar o interior do ânus. Hemorróidas internas também podem ser observadas com colonoscopia, sigmoidoscopia ou proctoscopia.

Encontre um internista ou um cirurgião geral perto de você.

 

Tratando hemorróidas externas

As hemorróidas podem ser tratadas de várias formas, dependendo da gravidade. Seu médico pode perguntar se você tem alguma preferência por certos tipos de medicamentos ou tratamentos.

Alguns tratamentos gerais que seu médico pode sugerir incluem pacotes de gelo para reduzir o inchaço, supositórios ou cremes de hemorróidas.

Essas opções podem oferecer alívio a indivíduos que têm um caso mais ameno de hemorróidas. Se você tem um caso mais grave, seu médico pode sugerir tratamento com procedimento cirúrgico.

Os tratamentos cirúrgicos incluem:

  • remoção de hemorróidas, conhecida como hemorroidectomia
  • Queima de tecido de hemorróidas com foto infravermelha, laser ou coagulação elétrica
  • escleroterapia ou ligadura da tira de borracha para reduzir as hemorróidas

 

Como posso evitar que as hemorróidas externas se desenvolvam?

O principal fator para prevenir hemorróidas externas é evitar a tensão durante os movimentos intestinais. Se você tem constipação severa, você pode tentar usar os auxílios, como laxantes ou incluindo mais fibras na sua dieta.

Os adoçantes de fezes são outra opção popular de balcão que pode ajudá-lo com constipação temporária por gravidez ou outros fatores. Se essas opções não ajudam, você pode querer conversar com seu médico sobre outras opções para reduzir a tensão.

 

Qual é a perspectiva de longo prazo para hemorróidas externas?

As hemorróidas são uma condição bastante comum. Muitas pessoas se recuperam com um tratamento adequado. Em casos graves de hemorróidas externas, métodos cirúrgicos podem ser necessários para o tratamento. Existem atualmente tratamentos eficientes de como tratar hemorroidas naturalmente, nesse caso você não faz a utilização de medicamentos.

 

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